'Órfãos' automotivos: como é ter carro de marcas que abandonaram o Brasil
'Órfãos' automotivos: como é ter carro de marcas que abandonaram o Brasil
Comprar um carro de uma marca que está começando a operar no país já envolve risco, mas há uma aposta que vai além da desvalorização: é quando a própria marca desaparece do mapa. Nas últimas décadas, o Brasil viu uma sequência de montadoras chinesas chegarem com promessas de crescimento rápido, e algumas saírem quase na mesma velocidade. Para quem ficou com o veículo na garagem, a experiência virou um misto de improviso e, em muitos casos, resignação.
O caso mais recente é o da Neta. A marca anunciou a chegada em agosto de 2024, começou a vender em 2025 e, pouco depois, viu a matriz entrar em processo de falência na China. Por aqui, os números foram modestos: apenas 305 unidades emplacadas, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico.
Mas esses dados escondem um bastidor curioso: boa parte desses carros foi vendida em condições especiais, em pacotes para frotistas e concessionários que já estavam abandonando o barco. É por isso que os modelos Neta X e Aya aparecem com frequência em pequenas locadoras de elétricos do que em garagens de consumidores comuns. Atualmente, existe uma concessionária Neta em atuação no Brasil, no Rio de Janeiro, ela é responsável por oferecer manutenção autorizada.
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