PGR alegou prazo exíguo e não se manifestou sobre prisão de Vorcaro
PGR alegou prazo exíguo e não se manifestou sobre prisão de Vorcaro
A PGR (Procuradoria-Geral da República) não se manifestou sobre o pedido de prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A decisão do ministro André Mendonça que levou à operação de hoje menciona que, diante do pedido de prisão e busca e apreensão dos investigados, a PGR disse que o prazo de 72 horas era insuficiente para analisar o caso.
"O prazo exíguo, contado em horas, cogitado para a manifestação do Ministério Público é de impossível atendimento pelo titular da ação penal", disse a PGR.
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O pedido envolve "situações relacionadas a dez pessoas físicas e a cinco pessoas jurídicas, envolvidas em fatos de alta complexidade e se refere a pedidos de medidas drásticas", atingindo "direitos fundamentais dos investigados", pontuou ainda a Procuradoria-Geral da República.
"Não se entrevê no pedido, nem no encaminhamento dos autos à Procuradoria-Geral da República, a indicação de perigo iminente, imediato, que induza a extraordinária necessidade de tão rápida e necessariamente sucinta análise do pleito."
"Requeiro, por isso, que as providências aguardem a manifestação do titular da ação penal a ser enviada no mais breve tempo possível."
"Assinalo que antes dessa análise, a Procuradoria-Geral da República não pode ser favorável aos pedidos cautelares, não podendo aboná-los."
O ministro André Mendonça negou o pedido de dilação de prazo e autorizou as medidas requeridas pela Polícia Federal. Segundo ele, a demora, nesse caso, seria "extremamente perigosa" para a sociedade.
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Adelmir Morato de Lima
"Prazo exíguo" é uma metáfora para prevaricação?
É a PGR atuando para melar o caso, ou seja, futuramente vão alegar que não houve aprovação da PGR, portanto o processo é nulo como já houve outros casos que envolviam poderosos.
Hamilton Octavio de Souza
Basta pensar um pouco: o cidadão assumiu controle de banco, ampliou captação de recursos com pagamento de rendimentos acima do mercado, usou contatos e ligações com políticos para arregimentar fundos previdenciários de estados e prefeituras, criou carteiras de créditos fraudulentas e emaranhado de fundos e empresas fictícias para disfarçar a transferência do capital para bens pessoais e de laranjas, sem contar as fortunas gastas em festas, jantares, jatinhos, patrocínios e jabaculês para autoridades. Convenhamos: só mesmo uma mente criminosa conseguiria dar golpe fantástico de 50 bilhões de reais em menos de cinco anos e ainda contar com eficiente teia de proteção no STF e no Congresso Nacional.
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