Alvo do caso Master relatou 'frio na espinha' ao bolar fraude no BRB
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Mensagens obtidas pela PF mostram que a empresa usada para fraudar R$ 12,2 bilhões em carteiras vendidas ao BRB (Banco de Brasília) foi criada dentro do Banco Master em abril de 2025 —não em dezembro de 2024, como dizem os documentos da firma.
A conclusão consta de relatório da Polícia Federal obtido pelo UOL sobre o celular de André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor da Tirreno, empresa à qual foram atribuídas as carteiras.
A primeira menção à empresa no celular de André é de 9 de abril de 2025, quatro meses depois da data que consta nos documentos. Nesse dia, sua secretária envia a ele um arquivo chamado "A Tirreno.docx", sem nenhum contexto ou explicação.
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"Somos a Tirreno", diz o documento. "A Tirreno surgiu com a necessidade e objetivo de atuar no mercado de originação de crédito consignado. Para tanto, possuímos uma equipe multidisciplinar, com profissionais treinados e altamente capacitados para promover de forma ética e consciente as linhas de créditos."
A empresa foi criada após a área técnica do Banco Central solicitar informações sobre a venda de carteiras ao BRB, em 17 de março de 2025, como uma forma de justificar a suposta origem daqueles créditos.
Antes disso, o Master havia informado o BC que........
