Brasil tem tempo para ajustes e evolução. Derrota para a França foi normal
Brasil tem tempo para ajustes e evolução. Derrota para a França foi normal
Jogos do Brasil sempre despertam ufanismo na mídia. Mas apesar de toda a expectativa criada, era evidente que a França tinha mais condições de vencer o amistoso.
Ainda mais com os desfalques da seleção brasileira. Nada anormal o placar de 2 a 1. Os 35% de posse de bola da seleção brasileira no primeiro tempo derem um sinal. Vimos o que será o conjunto de Carlo Ancelotti diante de adversários mais fortes na Copa do Mundo.
O time do Brasil até finalizou mais (6 contra 5). Mas trocou apenas 163 passes contra quase o dobro da França, que chegou aos 300. Com qualidade e jogo coletivo que a equipe treinada pelo italiano ainda não tem.
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Curiosamente o placar foi inaugurado com uma jogada que a seleção brasileira esperava fazer. Lance em velocidade com o atacante ficando diante do goleiro.
Desarmado por Tchouaméni ao tentar fazer um giro, Casemiro viu Dembélé acionar Mbapée. O camisa 10 francês ficou de frente para o goleiro Ederson e tocou por cobertura. Lance fácil para um atacante de tal naipe - o melhor jogador da atualidade, a meu ver.
Com Luiz Henrique o Brasil voltou do intervalo até melhor. Aos 9 Upamecano foi expulso, mas aos 20 Olise acionou Ekitiké, que, também diante do arqueiro, tocou com classe para ampliar: 2 a 0. Pateticamente, alguns torcedores brasileiros logo depois gritaram o nome de Neymar.
Vendo o que temos acompanhado no Brasil e diante do nível de atacantes como os franceses, como alguém pode imaginar que o camisa 10 santista faria diferença neste amistoso. Dembélé, Mbapée, Olise, Ekitiké… Fala sério.
Bremer descontou. O jogo em Boston serviu para testar a seleção brasileira, desfalcada e em estágio muito inferior ao dos maiores adversários. Há tempo para ajustes, progressos e evolução durante a Copa do Mundo. A derrota (2 a 1) para a França foi apenas algo normal, normalíssimo.
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