Como é ser brasileiro? Ficar feliz e triste com 30 segundos de diferença
Como é ser brasileiro? Ficar feliz e triste com 30 segundos de diferença
Desde a minha coluna, sobre Wagner Moura e o Brasil que vem com ele, tenho, sob protestos, tentado "descer da nave da Xuxa". Ou melhor, da sala de cinema. Dos roteiros do Kleber Mendonça, das falas da Cármem Lúcia, da "terra de palmeiras" do poema da escola. Bets? Misoginia? Feminicídios? Nada disso. "Nunca serão", como se diz no Tropa de Elite.
Ahã. Quem dera. E chega de papinho de filme, minha filha. Já deu de "mimimi". De conversa de artista. Que frase também é mercadoria. Bora vender manchete, encarar Vorcaro, imposto de renda e reunião de condomínio. E se tudo der certo, antes de dormir, tem série e chocolate. Mas, não de Páscoa, que com embrulho é........
