A sequoia selenita, a soja e as sumaúmas
Jornalista de ciência e ambiente, autor de “A Ciência Encantada de Jurema" (ed. Fósforo)
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Foi em Ubatuba que vi o pouso da Apollo 11 na Lua, em julho de 1969. Tinha 11 anos. A TV em branco e preto era só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong pisou na poeira e disse que seu pequeno passo era um salto gigante para a humanidade.
Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em meio à mata atlântica. Queria ser astronauta, ou médico, depois biólogo, talvez poeta, acabei jornalista. Entrei na Folha em 1º de fevereiro de 1986, ano do cometa Halley e de duas explosões, no ônibus espacial Challenger e na usina nuclear soviética Tchernóbil.
Em 1988, o assassinato do seringueiro Chico Mendes espalhou manchetes pelo mundo sobre queimadas flagradas por satélite. Meses antes tinha visitado o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e o Museu Paraense Emilio Goeldi para conhecer a floresta. Vi a........
