Quadradinho de 8 de março: no Dia da Mulher, Ticiane dá aula de liberdade
Quadradinho de 8 de março: no Dia da Mulher, Ticiane dá aula de liberdade
Não é a primeira vez que Ticiane Pinheiro faz um quadradinho de 8, um passo ousado do funk em que, deitada no chão, rebola com as pernas para cima, formando um algarismo oito com o quadril no ar. O movimento, que ela repetiu no Domingão do Huck, neste Dia da Mulher, havia sido feito em 2013, ainda na Record.
Ousada para o canal, a atitude àquela época foi um sucesso, comentadíssima. Coincidência ou não, o divórcio de Ticiane e Roberto Justus foi anunciado semanas depois e a internet até hoje acha que o ex achou tudo aquilo ousado demais para seu gosto. Acontece.
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Bom, se foi isso mesmo, Tici soube reviver o momento com a moral mais para cima que seus pés na coreografia. Imitou Anitta, com uma camiseta onde se lê Garota do Rio —vocês sabem que ela é filha da Garota de Ipanema em pessoa, né? Huck anunciou que ela estreia um programa na Globo em breve. Seu atual marido, César Tralli, comanda o telejornal mais respeitado do país. E, com carisma de sobra, o casal mantém a torcida do Brasil por mais sucesso.
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Não se sabe se o divórcio da apresentadora, há 13 anos, realmente foi fomentado pela coreografia moderninha. O fato é que não seria novidade um homem ditando como deve ser a postura da esposa. Hoje, Dia da Mulher, as redes sociais estão ainda mais cheias de posts e relatos de violências masculinas. É um tal de "você não se dá ao respeito", "Você não pode falar desse jeito", "não deve dançar assim", "uma mulher confiável não age assim", "mulher minhas sei lá o que". Ih, tem muito mais.
O jeito machista de querer controlar a roupa, esmalte, cabelo, amigos, jeito de falar, maneira como se porta, telefonemas, mensagens e todo o resto do comportamento mulher é um embriãozinho discreto das grandes violências. Aquelas que chocam todo mundo.
Ticiane, deitada no chão rebolando ao contrário é o doce balanço a caminho da liberdade. E a prova de que mulheres merecem maridos amorosos que permitam que elas sejam quem quiserem (aqui César Tralli faz que sim com a cabeça e volta ao trabalho onde brilha competente, como sempre foi).
Ser uma mulher realizada na carreira pode, às vezes, significar estar com os pés para cima ou fazendo qualquer coisa que não seria lá muito convencional em 1958, quando Helô Pinheiro cruzou as areias de Ipanema em direção ao mar.
Achar um par que saiba valorizar seu jeito espontâneo é mais que um poema. Mulheres que passam o 8 de março cientes de que podem ser o que quiserem fazem o mundo inteirinho se encher de graça. Vamos juntas? Viva Tici.
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