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Alcolumbre já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava

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30.04.2026

Alcolumbre já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava

Davi Alcolumbre prometia nos bastidores proporcionar a Lula um "dia histórico". Conseguiu. Ao articular a derrubada da indicação do advogado-geral Jorge Messias ao Supremo, empurrou para dentro da biografia do pajé do PT um vexame que não se via desde Floriano Peixoto, há 132 anos. Os aliados empilham justificativas para o comportamento de Alcolumbre. Mas a lista de motivos exclui o essencial: o chefe do Senado já não sente em Lula o aroma de poder que o excitava.

A popularidade de Lula no vermelho e o empate com Flávio Bolsonaro nas sondagens de segundo turno, reforçaram em Alcolumbre e nos oligarcas do centrão a percepção de que Lula já não reflete força e confiança. Pior: deixou de ser a perspectiva favorita de poder.

Até outro dia, Alcolumbre ajudava Lula a retirar gênios da garrafa. Passou a enfiá-los gargalo abaixo desde que Rodrigo Pacheco, seu preferido para o Supremo, foi preterido por Lula. Intensificou o movimento depois que........

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