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A floresta amazônica e a maquiagem contábil

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21.01.2026

Engenheiro, foi professor da Coppe-UFRJ e dirigente de ANA, Aneel, Light, Enersul e Sabesp

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As investigações envolvendo o Banco Master e a gestora Reag Investimentos trouxeram à tona uma trama que envolve a sobrevalorização de ativos ambientais em terras públicas, como bem explicado na reportagem "Empresas na teia do Master usam terras da União para fabricar R$ 45 bi em créditos de carbono", publicada nesta Folha em 16/1.

Um erro comum de interpretação —por vezes explorado de má-fé— é confundir o estoque de carbono (o que já está na árvore) com créditos de carbono. Porém, no mercado internacional e brasileiro (Redd ), o crédito só é gerado pela adicionalidade: é preciso provar que aquela floresta seria desmatada e que o projeto a salvou, ou que uma nova floresta está sendo plantada.

Os chamados "Greener Preservation Tokens", emitidos por empresas ligadas ao grupo Reag, não são créditos de carbono certificados por padrões rigorosos (como Verra ou Gold........

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