Por que frequento o mesmo bistrô há 25 anos
Jornalista especializada em vinhos, editora executiva da revista Gama e autora da newsletter Saca Essa Rolha
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Ao refletir onde gostaria de tomar uma taça de vinho para comemorar o aniversário de São Paulo, me pareceu óbvio ir ao La Tartine.
Seria uma comemoração dupla: neste ano o pequeno bistrô francês —bistrô mesmo, que respeita o conceito de restaurante familiar, sem frescura e acolhedor— faz 30 anos.
O La Tartine é um fenômeno. Frequento o lugar há 25 anos e posso dizer que é um dos mais confiáveis e consistentes da cidade. É a mesma equipe eficiente e prestativa (os incansáveis Miro e Antonio no salão e a adorável Josi recebendo quem chega), o cardápio com os mesmos clássicos franceses, das quiches (se nunca foi, prove a de queijo de cabra) ao boeuf bourguignon, e a mesma decoração há tantas décadas. Chegamos lá e somos teletransportados ao que poderia ser um dos tantos cenários da festa móvel descrita por Ernest Hemingway.
Mas o que me fez........
