O Brasil diante da Doutrina Donroe
Sociólogo, autor de “Uma Gota de Sangue: História do Pensamento Racial”. É doutor em geografia humana pela USP
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
O Corolário Trump da Doutrina Monroe, já batizado como Doutrina Donroe, solicita uma revisão integral da política externa brasileira. No plano dos paradigmas, a resposta ao neoimperialismo é a adesão ativa às leis internacionais –ou seja, ao conceito de soberania nacional inscrito na Carta da ONU.
O Brasil jura, noite e dia, seu compromisso com o direito internacional –mas não o pratica na hora H. O governo Lula esqueceu o princípio da soberania nacional na hora da invasão russa da Ucrânia, multiplicando gestos de solidariedade a Putin apenas disfarçados por uma débil condenação protocolar. A duplicidade precisa desaparecer: a oposição às agressões imperiais de Trump exigem igual oposição às de Putin.
A Doutrina Donroe sintetiza uma política de esferas de influência que agrada à Rússia e à China. Sob o farol de Celso Amorim, o Brasil........
