Os recados de Toffoli ao BC e à PF: caso Master racha o aparato de apuração
O ministro Dias Toffoli, do Supremo, deixou uma série de recados eloquentes à Polícia Federal e ao Banco Central na última decisão que proferiu ontem, apontando a Procuradoria-Geral da República como guardiã dos dados apreendidos durante a segunda fase da operação Compliance Zero.
A principal mensagem não foi sequer sutil. É a única em todo o texto que aparece em negrito.
Ao resumir do que se trata o caso, o ministro escreveu: "A presente investigação possui escopo mais amplo e não se confunde com os inquéritos anteriormente instaurados, na medida em que, em tese, teria revelado que fundos eram operados para a gestão fraudulenta, desvio de valores e branqueamento de capitais pelo Banco Master em um quadro de suposto aproveitamento sistemático de vulnerabilidades do mercado de capitais e do sistema de regulação e fiscalização".
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