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Zuckerberg promete superinteligência enquanto duas crises atingem a Meta

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12.08.2026

Zuckerberg promete superinteligência enquanto duas crises atingem Meta

Na última segunda-feira, Mark Zuckerberg publicou um manifesto de cerca de 6.500 palavras sobre a sua visão de futuro para uma nova fase da Inteligência Artificial. Em "The Future Is For Everyone" ("O futuro é para todos"), ele defende agentes pessoais superinteligentes trabalhando 24 horas por dia para bilhões de pessoas.

O texto chegou no mesmo dia em que a Meta apresentou o Muse Glimmer e cinco dias depois do Muse Code e do Muse Spark 1.2. A Meta Model API foi aberta aos desenvolvedores em julho e o acesso internacional aos produtos seguia em expansão. A sequência de anúncios á forma tecnológica e comercial ao futuro narrado por Zuckerberg.

Não há coincidência do manifesto e no anúncio. Ambos tentam desviar o noticiário de duas bombas jurídicas enfrentadas pela Meta. Uma questiona a economia da atenção que financia Facebook e Instagram. A outra contesta a origem e o custo das obras usadas para treinar os modelos.

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Na sua promessa de acesso, liberdade e futuro chegam quando autoridades examinam acusações de explorar saúde mental de crianças, ser viciante, copiar obras sem autorização e controlar dados para remunerar autores.

O agente conheceria objetivos, interesses e contexto de cada pessoa. Ajudaria em carreira, finanças, saúde, relacionamentos, casa e hobbies e seguiria o usuário entre aparelhos, inclusive os óculos da Meta.

Zuckerberg promete privacidade e segurança capazes de manter informações inacessíveis até para a companhia ou outro prestador. A utilidade dependeria do volume de dados pessoais cruzados.

Mais amplo que um ChatGPT pessoal, o agente permitiria a indivíduos e pequenas equipes fazer trabalhos hoje dependentes de empresas maiores. Zuckerberg prevê mais companhias com menos funcionários, sem redução necessária do........

© UOL