O que Neymar, as demissões surpresa e a porradaria mineira têm em comum
O que Neymar, as demissões surpresa e a porradaria mineira têm em comum
Na última semana, o futebol brasileiro desafiou até os mais descrentes. Nem vou falar dos casos de violência contra a mulher, porque sinceramente não aguento mais. Prometo me ater aqui aos seguintes episódios: a ausência de Neymar da partida em que seria observado por Ancelotti, a porradaria na final do Mineiro, e as demissões de Filipe Luís e Hernán Crespo.
O que estes episódios lunáticos têm em comum? De maneira bem simplificada, a falta de habilidade de homens privilegiados em lidar com a frustração. O menino mimado que, sem conseguir de imediato aquilo que queria, decide reagir de maneira desproporcional. O brinquedo não está funcionando como eu gostaria? Então vou jogar no chão e pedir para minha mãe comprar outro.
O Flamengo, com Filipe Luís, ganhou tudo o que poderia ganhar em 2025. Só perdeu o Intercontinental, nos pênaltis, para o PSG. Uma temporada dos sonhos. Um mês e meio de tropeços foi o suficiente para determinar o fim da linha para o jovem treinador. Uma demissão na madrugada, pós 8 a 0, sem direito a uma fala do presidente. Aparentemente, Bap não gostava muito de Filipe. Disse em áudio vazado que o considerava um trem........
