Primeiro mundo abandona agenda woke, enquanto Brasil dobra a aposta
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Jessie Buckley, estrela do belo e sensível "Hamnet", subiu ao palco do Oscar 2026 e fez a coisa mais subversiva possível em Hollywood: exaltou a maternidade. Comemorou a felicidade do próprio casamento e disse ao marido, emocionado, que queria ter "20 mil bebês" com ele. Dedicou o prêmio ao que chamou de "o belo caos do coração de uma mãe".
Era Dia das Mães no Reino Unido. A atriz agradeceu ao marido e à filha de oito meses e encerrou com uma mensagem em gaélico, homenageando sua Irlanda natal. Mais conservador, impossível. A plateia aplaudiu de pé.
Ela não deu sermão moral sobre assuntos que desconhece, ainda mais para uma plateia formada por ex-frequentadores do escritório de Harvey Weinstein e da ilha de Jeffrey Epstein, para lembrar o histórico discurso de Ricky Gervais no Golden Globes de 2020.
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