O ‘Golpe de Estado’ na Arbitragem tem ‘patrocínio’ do Benfica
1.Falta praticamente um mês para começar a Liga portuguesa e 28 dias para se realizar a Supertaça (FC Porto-Torrense), o primeiro jogo da época 2026-27 e o caldo já está entornado: em curso uma tentativa de ‘golpe de estado’ na arbitragem, que visa alcançar, em última análise, o presidente da FPF, Pedro Proença, que lhe viu cair durante o Mundial de Futebol a ‘batata quente’ nas mãos, num processo com contornos de escândalo.
2.É conhecida a ‘estória’ e aquilo que são as acusações que recaem sobre o actual presidente do CA, Luciano Gonçalves: o ex-Director Nacional de Arbitragem, Duarte Gomes, nomeado em Junho de 2025 para esse cargo, apresenta a demissão um ano depois, alegadamente por ter sabido, através do árbitro Hélder Malheiro, que as nomeações eram conhecidas antes de serem tornadas públicas e deu como exemplo (a Duarte Gomes) o facto de se saber antecipadamente que estava nomeado para dirigir o Moreirense-Est. Amadora.
3.Ficou no ar, desde logo, a suspeição de que Luciano Gonçalves ‘negociava’ as nomeações com agentes desportivos dos clubes e que isso estava na base numa (des)vantagem de uns em detrimento de outros. Uma acusação muito grave, que desencadeou reações várias, nomeadamente a do próprio presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, que emitiu um comunicado a dizer que as imputações que lhe eram dirigidas não tinham — obviamente para ele — qualquer fundamento. Deu conhecimento à jurisdição da justiça desportiva da Federação e esta remeteu a aparente gravidade dos factos para o Ministério Público, uma vez que — a confirmarem-se as acusações — poderíamos estar, no limite, perante um caso de corrupção desportiva, uma vez que, apesar do desmentido de Paulo Lopo, presidente do Estrela, negando que tivesse........
