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Marcelo: O Presidente Amigo

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06.02.2026

Nota prévia: Apesar dos avisos sobre o potencial de destruição da Kristin (deixando de lado o Leonardo), não se viu um reforço preventivo para minimizar os seus efeitos, como sucede em Inglaterra ou em França. Havia meios em prontidão para consequências eventuais, mas isso é o mínimo. Apesar de a calamidade ter gerado rajadas de 200 Km/h, exigia-se mais. Tal como se deveria ter evitado o absurdo de morrerem tantas pessoas em consequência do temporal como de acidentes na reconstrução ‘ad hoc’. Juntaram-se a nossa eterna incapacidade preventiva e o desenrasca malsucedido. A tal ponto que quase só um dia depois da devastação se teve noção da catástrofe. Viu-se pelo atraso do governo em reagir, pela palhaçada do vídeo de Leitão Amaro e o desaparecimento da ministra da administração interna. Para não falar do despudor imaturo e demagógico de Ventura. Agora é o costume. Especialistas a dar bitaites. Promessas de apoios que nunca vão chegar. Seguradoras parasitárias a fazer juras. E inéditos fenómenos de burlas e roubos. Tem valido a força solidária da vizinhança. Das notícias desapareceram os tempos de espera nas urgências e crianças nascidas em ambulâncias. As forças armadas tardaram outra vez em ser mobilizadas. Gouveia e Melo daria um jeitão à frente da Proteção Civil e da reconstrução se não se tem metido na corrida a Belém. Em 1980, um........

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