E, no fim, o mais importante… são as pessoas!
Por Ricardo Florêncio
Vivemos um momento de fascínio colectivo pela tecnologia. A inteligência artificial (IA), a digitalização, a automação dominam conversas, agendas, conferências e estratégias empresariais. É praticamente impossível que numa reunião de gestão estes temas não ocupem o centro da conversa. A velocidade da mudança é real, o impacto é inegável e quem não acompanhar ficará, inevitavelmente, para trás. Mas há um enorme risco silencioso em todo este processo, neste fascínio: o risco de confundir o meio com o fim.
Todo o tipo de tecnologia é uma ferramenta, um instrumento. Poderosa, transformadora, indispensável, mas uma ferramenta. A IA não decide sozinha o que é relevante para uma empresa, pois são as empresas........
