Glória, tempo e talvez uma despedida. Sim, falo de Cristiano Ronaldo
Se há dois ou três dias vemos desfilar painéis de comentadores e posts de treinadores de bancada, uns lamentando a marca Cristiano Ronaldo que escapa a tanta gente por entre os dedos, outros despedindo-se não vá ser mesmo desta, também quero dizer uma coisa ou outra.
Sou apenas uma adepta de futebol e do jogador que Cristiano (posso também dizer “o Cris”?) já foi. Vi os seus primeiros jogos como senior, em Alvalade, ainda no estádio antigo. Assisti com muita, ainda que fugaz esperança, ao jogo com o Manchester United, que o catapultou para os palcos que todos conhecemos e acompanhámos.
Gostei muito do seu Euro 2004, tive a sorte de estar na meia-final e ver o seu golo frente à Holanda (eu não me acostumo aos Países Baixos, mas aqui fica a emenda) e dos torneios seguintes, acompanhei de perto as suas ligas, Champions, e aplaudi o ser Bola de Ouro por cinco vezes. Nessa altura celebrava todos os seus sucessos, e não tinha medo nem vergonha de o dizer aos quatros ventos, chamando-lhe “meu ric’menine”. Mas crescemos........
