O modelo GPT-6 Astra chegou. Quão incrível é a nova estrela da OpenAI?
Uma IA que pode trabalhar sem parar durante muitas horas ou até dias, cria jogos 3D complexos, ajuda a resolver problemas matemáticos em aberto, e alegadamente não faz quase batota e está bem alinhado? Sim, com o novo GPT-6 Astra, lançado a 3 de setembro pela OpenAI é possível. Chegámos então finalmente à AGI, à inteligência artificial geral que alcança ou ultrapassa as capacidades humanas em quase todas as capacidades cognitivas?
Não propriamente, mesmo que figuras como Jensen Huang, o CEO da Nvidia, a empresa que faz as placas gráficas usadas pelos modelos da OpenAI, digam que sim. Por um lado, se mostrássemos esta tecnologia a alguém de 2016, até alguém que trabalhasse no setor, ele ficaria boquiaberto com o progresso rápido e diria que sim, é AGI. Por outro, as capacidades deste sistema ainda são demasiado spiky comparativamente a um humano. O que quer dizer spiky? Consegue resolver problemas que poucos humanos resolveriam, mas ainda pode falhar em tarefas ambíguas, abertas ou de longo prazo. As suas capacidades têm picos e vales, portanto. Em tarefas ambíguas ou de longo prazo por exemplo. Perguntando ao próprio modelo mais avançado se já considera AGI e onde já é superior aos humanos ou não, o GPT-6 Astra responde:
“Não me considero uma inteligência artificial geral (AGI) comprovada: tenho capacidades muito abrangentes, mas falta-me demonstrar a fiabilidade necessária para desempenhar a maioria do trabalho intelectual humano de forma autónoma. A minha maior vantagem está na combinação de amplitude e rapidez: consigo........
