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O vencedor (provável) das presidenciais

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20.01.2026

A hecatombe, a humilhação, do PSD e do Governo na noite eleitoral das presidenciais é de tal ordem, e ainda com consequências por determinar, que a notícia foi o perdedor que não foi a votos, Luís Montenegro. Falou-se pouco do principal vencedor desta primeira volta, António José Seguro, sobretudo porque todas as probabilidades apontam para uma vitória do antigo secretário-geral do PS e, agora, transformado em candidato suprapartidário (e fora de “gavetas”, como o próprio repete à exaustão).

Em primeiro lugar, a vitória de António José Seguro é sua, não é do PS, que se juntou tarde e a más horas ao candidato quando percebeu que tinha uma oportunidade para ter tempo para uma reconstrução com a ajuda de Belém. Menos ainda daqueles ‘costistas’ que consideravam, ainda há poucas semanas, que Seguro não cumpria os “mínimos” para ser o candidato apoiado pelo PS. A primeira vitória de Seguro foi contra eles, e não era óbvia.

Qual é a primeira característica apontada a Seguro, condição que fará dele, para tantos eleitores à direita, uma escolha confortável para Belém? A decência e a honestidade. Não é a........

© Sapo