TariFlávio: Michelle, naufrágio nas pesquisas e O Conto de Aia de Flávio Bolsonaro na carta a Trump
Flávio Bolsonaro enviou carta de 86 páginas a Donald Trump, divulgada em 2 de julho, pedindo “alívio” e propondo o adiamento do “Tariflávio” até as eleições.
Na carta, ele admite queda nas pesquisas após críticas por machismo, misoginia e projeto autoritário, agravadas por vídeo divulgado por sua mãe, Michelle Bolsonaro.
Pesquisas recentes indicam 39% de intenção de voto para o governo em exercício contra 29% para Flávio Bolsonaro em simulação de primeiro turno.
O documento foi endereçado ao representante comercial dos EUA (USTR) e foi interpretado como demonstração de postura entreguista em período eleitoral.
Os estudos da consciência nos mostram que tudo aquilo que expressamos, mesmo que negativamente, povoa nossos pensamentos. Na carta enviada a Donald Trump, tornada pública na última quinta-feira (2), Flávio Bolsonaro (PL) afirma que “não vem suplicar por alívio” — “does not come to plead for relief” —, revelando o desespero dentro da pré-campanha presidencial, que o mostra derretendo nas pesquisas, pela exposição do machismo, da misoginia e de seu projeto autoritário, atrelado aos interesses dos EUA e dos grandes grupos transnacionais, que ganhou força com o vídeo-bomba da própria madrasta, Michelle Bolsonaro (PL).
Ao implorar por alívio a Trump, o filho “01” de Jair Bolsonaro expõe seu viés entreguista ao oferecer o Brasil como quintal de Trump em troca do adiamento — não da suspensão — do chamado Tariflávio até as eleições, que o faria derreter definitivamente nas pesquisas de intenção de voto, que tenta censurar no Brasil.
“As pesquisas de opinião pública brasileiras mostram que a posição eleitoral do governo em exercício se fortaleceu precisamente nos períodos em que a pressão tarifária dos EUA esteve mais saliente. O levantamento nacional publicado mais recentemente coloca o atual governante com 39% contra 29% do comentador [NR.: como se refere a si na carta] em uma simulação de primeiro turno, com........
