O progressismo global tenta se reorganizar – tarde demais?
Nos dias 17 e 18 de abril de 2026, Barcelona sediou a Global Progressive Mobilisation, reunião de chefes de Estado, ex‑líderes e organizações de vários continentes.
O encontro visou coordenar respostas ao avanço da extrema‑direita e revitalizar a articulação internacional do campo progressista.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, em seu terceiro mandato, destacou‑se como principal articulador, dialogando com EUA, Europa, China e países do Sul Global.
A presidente mexicana Claudia Sheinbaum, primeira mulher no cargo, participou, simbolizando a ascensão de novas lideranças progressistas.
Nos dias 17 e 18 de abril de 2026, Barcelona se torna o centro de uma articulação política que poucos conheciam — mas que revela muito sobre o momento que vivemos.
A chamada Global Progressive Mobilisation (Mobilização Progressista Global) reúne chefes de Estado, ex-líderes, partidos e organizações de diferentes continentes com um objetivo explícito: reagir ao avanço global da extrema direita e reconstruir alguma forma de coordenação internacional do campo progressista.
Não se trata de um encontro regional. Tampouco de uma iniciativa isolada. É parte de um processo mais amplo, impulsionado por redes políticas transnacionais e pela percepção crescente de que o progressismo perdeu capacidade de articulação global.
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