Vietnã de Lula também vai vencer
Lula evoca a resistência vietnamita enquanto sua campanha enfrenta a disputa pela comunicação digital, controvérsias no TSE e pressões internacionais que marcam a eleição brasileira.
Em Belo Horizonte, nesta quarta-feira, 21 de outubro, Lula recorreu à história da Guerra do Vietnã para falar da mobilização de seus apoiadores.
“Eles pensam que nós somos fracos, mas nós somos que nem o Exército vietnamita que derrotou os Estados Unidos”.
A comparação tem um significado particular na eleição brasileira de 2026. Não porque o país esteja diante de uma guerra militar, mas porque a disputa presidencial envolve forças políticas, econômicas e tecnológicas que ultrapassam as fronteiras nacionais.
O buraco é mais em cima
Em 5 de outubro, no artigo “O buraco é mais em cima”, examinamos a eleição brasileira no contexto da política continental de Donald Trump e Marco Rubio.
O Brasil ocupa uma posição estratégica nessa disputa. É a maior economia da América Latina, integra os BRICS, tem a China como principal parceira comercial e possui recursos minerais de grande interesse internacional.
A aproximação entre Flávio Bolsonaro e o governo Trump precisa ser compreendida nesse contexto.
Os contatos de Eduardo Bolsonaro com integrantes do governo norte-americano, as pressões econômicas sobre o Brasil e as propostas de maior alinhamento diplomático com Washington........
