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Pelos vistos, ser honesto tem preço

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24.03.2026

Por vezes, acontecem coisas no futebol, nem sempre pelos melhores motivos, nas quais é muito difícil acreditar. Coisas boas, coisas más, um pouco de tudo, em vários momentos.

O que aconteceu no domingo no estádio do Alverca, em cujo desafio a equipa local defrontou o Sporting, com um resultado final que não deixou quaisquer dúvidas em todos os espíritos.

Porém, um facto decorrente do desafio, mereceu e continua a merecer, comentários de toda a ordem, embora a grande maioria no mesmo sentido.

Referimo-nos, claro, ao momento em que o avançado do Sporting, Luiz Suarez, cai na grande área, após uma suposta disputa com o guarda-redes do Alverca.

De imediato, o próprio avançado do Sporting, numa extraordinária manifestação de fair-play, se dirigiu ao árbitro, João Pinheiro, para contrariar aquela que fora a primeira decisão do juiz de campo, isto é, afirmando que não acabara de ser alvo de uma grande penalidade.

Porém, o louvável gesto do jogador colombiano acabou por ser “premiado” com a amostragem de um cartão amarelo, medida considerada por uma grande maioria, como uma medida ridícula e absurda e assumida pelo jogador para assim evitar que o árbitro lhe exibisse o cartão amarelo, para punir uma hipotética simulação.

Em casos como este seria normal mostrar ao jogador leonino um cartão branco, (se existisse entre nós) para assim premiar o gesto de Suarez ao assumir que não fora objecto de qualquer falta do guarda-redes contrário.

Trata-se, pois, de mais uma curiosa particularidade, das muitas que povoam o futebol português.

E para o árbitro João Pinheiro fica como uma lição para casos futuros, se alguma vez vierem a repetir-se.

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