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Vixe, eu não sou um berlinense

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23.09.2026

Ao contrário do que o destaque acima sugere, hoje trago boas notícias: ainda há esperança para a Europa. Com a vitória do Die Linke em Berlim, prevejo um novo fôlego para a economia alemã e, por inerência, para a europeia. E não, não falo de um reavivar da outrora prestigiada indústria automóvel germânica, que estes meninos, se pudessem, proibiriam a utilização da roda em qualquer meio de transporte que não fosse a bicicleta. Ah, e o circense monociclo, claro.

Ou muito me engano, ou a indústria alemã que está prestes a receber um forte impulso é a da construção civil. O PIB alemão há-de disparar assim que os jovens do Die Linke se apoderem dos comandos da cidade e comecem a erguer uma nova versão do Muro de Berlim, a ver se conseguem obrigar alguém a permanecer na capital. Não fosse o Die Linke o orgulhoso herdeiro do pior da República Democrática Alemã — três palavras, três mentiras —, nomeadamente o seu partido único. Como se costuma dizer, “o fruto não cai longe da árvore”. E........

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