Uma estrela a ficar baça
Chegou, por mérito próprio, com o estatuto de ministro-estrela. A Escola Pública ia finalmente ser arrumada. Os primeiros sinais até foram positivos — parece que foi noutra vida mas, quando a AD chegou ao poder, os professores estavam na rua e não nas salas de aula por manifesta incapacidade de António Costa em resolver um problema com quase uma década. O acordo para o reconhecimento do tempo de serviço que esteve congelado, concorde-se ou não com o mérito da solução alcançada, trouxe (alguma) paz ao setor. Mas, daí para a frente, foi sempre para trás.
A guerra sobre o número de alunos sem aulas, que travou em termos muito duros com o PS de Pedro Nuno Santos, acabou de forma embaraçosa para o ministro, forçado a reconhecer que se fiou em números pouco fiáveis, culpando os “serviços” e garantindo que tudo iria ser resolvido no ano letivo seguinte (25/26). Não foi. Dois anos depois, o Ministério da Educação, apesar de todas as promessas, ainda não tem números sobre alunos sem aulas. Para o ano é que vai ser, garante-se. É confiar.
Seguiram-se mais uns quantos episódios, de gravidade variável, que, não tendo causado........
