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O que move Trump?

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26.06.2026

Em 7 de Outubro de 2023, o Hamas invadiu Israel e executou um dos mais mortíferos ataques terroristas cometidos contra um país ocidental nas últimas décadas. Não foi “resistência”, nem “contexto”, nem jogos florais, nem nenhuma das abstracções retóricas com que Guterres, os cínicos e os “activistas” procuram perfumar a barbárie. Foi uma carnificina. Civis assassinados, mulheres violadas, crianças massacradas, reféns arrastados para túneis como troféus de uma selvajaria que teve ainda a obscenidade suplementar de se filmar a si própria.

Nesse dia, Israel entrou em guerra. Com o Hamas e com uma vizinhança armada, teológica, revolucionária e genocida, comandada por um regime que fez da destruição da “Entidade Sionista”  uma das suas razões de Estado.

Israel combateu com a coragem e a determinação que os seus inimigos não esperavam e que muitos aliados acharam inconveniente. Perdeu milhares de soldados e mais de dois mil civis. Teria perdido muito mais se não tivesse desenvolvido, ao longo de décadas, uma cultura de defesa civil, abrigos omnipresentes e tecnologias capazes de interceptar parte da chuva de fogo lançada contra as suas cidades. Já o  “Iron Dome” dos seus inimigos é feito de crianças, hospitais, escolas, prédios de habitação, alegados jornalistas e da cumplicidade imoral de uma esquerda flotilheira que só consegue distinguir vítima e agressor quando a vítima não é judia.

O mundo assistiu. Primeiro, com horror. Mas, uma semana depois,  a compaixão já estava transformada em acusação. O velho demónio antijudaico regressou a galope, mascarado de humanitarismo, direito internacional e indignação selectiva. A regra é simples: o judeu tem direito a defender-se desde que não se........

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