A arte nas igrejas no século XXI
Desde o princípio da nossa história que a arte sempre veio agarrada à religião. As representações eram formas de exorcizar medos ou de manifestar suplicas. O tempo fez evoluir a arte, como o ser humano evoluiu. Das grutas aos templos distam uns milénios, mas assumiram-se construções por todo o mundo que hoje são motivo de admiração. As construções foram-se tornando mais complexas e mais “adornadas”. A arte esteve sempre presente, até nos templos muçulmanos, aqui sem representação humana ou animal. O zénite da arte foi assumido pela Igreja católica. As pinturas e esculturas de Miguel Angelo, de Leonardo, de Rafael, de Ticiano, mas também de Nuno Gonçalves, de Grão Vasco, de Diogo Teixeira, de Josefa de Óbidos e mesmo de Almada nos vitrais da igreja de Nossa Senhora de Fátima. Os vitais de Chagal na Catedral de Metz, ou de St. Stephan e em muitos outras igrejas são do século XX., de ontem, portanto.
Desde sempre que se chamavam os crentes por dois meios, em alternativa ou em........
