Com norte: novos mundos I
O fascínio pelo espaço não é uma curiosidade moderna - é uma das mais antigas expressões da inteligência humana.
Desde os primórdios que a Humanidade levanta os olhos para o céu em busca de respostas. Os sacerdotes-astrónomos da antiga Mesopotâmia observavam os astros a partir dos zigurates, registando ciclos celestes que lhes permitiam prever estações e organizar calendários.
A Europa dos séculos XVI e XVII viveu uma verdadeira revolução quando Copérnico colocou o Sol no centro do sistema planetário conhecido, desafiando conceções enraizadas durante mais de mil anos. Poucas décadas depois, Galileu apontou o telescópio para o céu e revelou montanhas na Lua, manchas solares e luas em órbita de Júpiter.
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