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A feira da morte

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14.10.2026

Sei o que nos faz testemunhar uma morte. É coisa de tal maneira carnal que não se explica sem o espírito. O corpo que acaba, o corpo que vemos acabar, chegou ao momento último de fragilidade, o ponto em que deixa de ser o que é. Até lá, batalha, tenta guardar-se, e a luta é tão intimamente espiritual e intelectual quanto física - tão mais verdadeira mente e verdadeiro corpo na despedida. Sei, mas o resto é entre mim e quem eu vi morrer. Em todo o caso, testemunhar foi um dever entre nós, uma companhia autorizada, e teve a força da intimidade. Não foi o convite para uma feira.

Ficaram famosas as mulheres que tricotavam enquanto........

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