O “mundial” de 2026
Agora que a poeira assentou, uma reflexão meramente individual e sem pretensões de fazer “doutrina”.
E, a primeira questão, é a humana. Será lícito, no final de uma época futebolística recheada de vigorosos torneios nacionais e internacionais de Clubes, obrigar a esforço físico - e também tensão psicológica - mais quase um mês, ou pelo menos duas semanas, Seres Humanos cujo preparação se reconhece, nalguns casos, decorrer sobre o maior rigor científico?
Em período que necessariamente, sem excepções, dever ser de férias, exactamente pelas mesmas razões que se reconhecem a qualquer Pessoa Humana que trabalha.
Só aqui, é clara a desumanização que se critica, e que deve ser combatida.
Bem sei que a liberdade que o sistema capitalista faculta em termos relativos - e que os outros sistemas conhecidos, totalitariamente, não - infelizmente também alimenta-se, voraz, do lucro.
Daí os contratos fabulosos, desde os Atletas aos Técnicos, Dirigentes e Funcionários de todas as estruturas montadas, algumas delas nem sequer honestamente necessárias, até às Televisões e Informação em geral, às camisolas, às botas, etc., e não sei se mesmo publicidade às cuecas.
E sem esquecer as obrigatoriedades de X ou Y jogarem um período de tempo de jogo previamente estipulado, mesmo que não esteja em condições para tal.
Estamos perante um esmagar da Pessoa Humana pelo economicismo que........
