A cultura da urgência está destruindo a estratégia
Vivemos na era da resposta imediata. Mensagens chegam em tempo real, reuniões são convocadas de última hora, indicadores são atualizados continuamente e decisões precisam ser tomadas cada vez mais rápido.
A tecnologia aproximou pessoas, reduziu distâncias e permitiu que empresas acompanhassem praticamente tudo o que acontece dentro de suas operações no exato momento em que acontece.
Esse avanço trouxe ganhos inegáveis de eficiência. Nunca foi tão fácil identificar problemas, mobilizar equipes e agir rapidamente.
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Mas, por outro lado, criou também uma nova forma de administrar os negócios: a cultura da urgência.
O problema não é a urgência em si. Toda empresa convive com situações que exigem respostas rápidas.
O problema começa quando a exceção vira regra, quando praticamente tudo parece urgente, a estratégia deixa de organizar o trabalho e passa a ser substituída pela sucessão interminável de acontecimentos do dia.
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Aos poucos, a urgência vai destruindo a estratégia.
Quando tudo parece urgente
O executivo inicia a manhã respondendo mensagens acumuladas da noite anterior. Antes mesmo de concluir a primeira tarefa, surge uma reunião........
