A Copa do Mundo já entrou na sua empresa. O GRC percebeu?
De norte a sul, o Brasil inteiro virou técnico de futebol. Teve debate sobre merecimento no almoço, análise tática no café, apostas sobre Neymar nos grupos de WhatsApp, discussão sobre preparo físico, lesão, clima de elenco e até teorias sobre quais critérios realmente deveriam pesar para a convocação final da Seleção Brasileira.
O álbum da Copa do Mundo também acaba de ser lançado. Daqui a pouco começam os álbuns espalhados sobre as mesas de reunião, as negociações de figurinhas repetidas nos intervalos e os inevitáveis debates sobre quem já completou mais páginas.
A Copa ainda nem começou, mas o fenômeno social que ela provoca já entrou no cotidiano das pessoas.
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Enquanto muitas áreas das empresas enxergam grandes fenômenos culturais como distração, perda de produtividade ou “assunto paralelo”, um GRC (Governança, Riscos e Compliance) mais maduro e fora da caixa pode enxergar algo diferente: oportunidade.
Quando o risco atravessa a defesa
Quando um assunto monopoliza as conversas fora do ambiente corporativo, ele inevitavelmente monopoliza também as conversas dentro dele. Seria um erro das organizações fingir que isso não acontece ou pedir para que os colaboradores foquem em outra coisa.
E é exatamente por isso que o tema Copa do Mundo é uma oportunidade para o GRC. Oportunidade de comunicação, de treinamento, de aproximar temas técnicos da realidade das pessoas, de transformar conceitos abstratos em referências emocionais, práticas e memoráveis.
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Se você é um profissional de GRC, quantas vezes já tentou explicar dentro da sua empresa o conceito das três linhas de defesa bastante utilizado em estruturas de gestão de riscos e amplamente difundido por padrões internacionais, institutos e empresas de auditoria?
Você, que ouviu a explicação, entendeu de forma clara e saberia repetir com suas próprias palavras? A explicação deconceitos técnicos dentro das empresas muitas vezes parecem distantes, excessivamente abstratas ou simplesmente difíceis de engajar. Esse é um exemplo clássico.
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