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O custo invisível de não ter planejamento tributário

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20.04.2026

Nos últimos anos, o debate sobre tributação no Brasil deixou de se concentrar apenas no quanto se paga e passou a dar maior relevância à forma como se paga. Desde janeiro de 2026, com a tributação de dividendos e a introdução de um imposto mínimo para pessoas físicas (IRPFM), progressivo de até 10% para rendas acima de R$ 600 mil por ano, essa mudança deixou de ser conceitual e passou a impactar diretamente a maneira como o patrimônio é estruturado e preservado.

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Durante décadas, a isenção sobre dividendos sustentou grande parte das decisões patrimoniais no país. Estruturas societárias, políticas de distribuição de lucro e escolhas de investimento foram construídas sobre essa premissa. O que se observa agora não é apenas uma nova regra, mas sim uma mudança na lógica do sistema.

O custo que não aparece

O impacto mais relevante dessas mudanças nem sempre é imediato e, justamente por isso, tende a ser subestimado. O chamado “custo invisível” do não planejamento tributário não se resume ao........

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