Brasil atrasado na era da IA e da automação
É, no mínimo, estarrecedor observar o volume de empresas que, nos Estados Unidos, vêm efetuando demissões em massa sob o pretexto da Inteligência Artificial. A alegação recorrente é a de que a tecnologia está tornando diversos cargos redundantes, o que coloca em xeque não apenas o mercado de trabalho atual, mas o próprio equilíbrio do mercado consumidor. Afinal, como ficaremos? Quais serão os empregos do futuro e em que atividades o ser humano poderá empregar seu tempo e suas energias?
Enquanto Elon Musk define que o grande desafio será descobrir o nosso significado em um mundo automatizado, outros adotam uma visão mais pragmática: ainda existem trabalhos manuais que os robôs não conseguem suplantar.
A queda do colarinho branco e o fim da opressão
Contudo, o impacto inicial da IA é inegável nos mais altos níveis administrativos — os chamados empregos de colarinho branco. São esses que têm mais a perder no curto prazo. Serviços bancários, advocatícios, contábeis e a burocracia corporativa em geral estão na linha de frente.
Embora a humanidade possa ganhar com mais eficiência e menores custos, resta a questão: quem irá consumir se os empregos desaparecerem? Estamos vivendo um período de........
