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Agenda climática do governo brasileiro é um mapa para o desastre

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21.04.2026

Após o fiasco da conferência COP 30, em Belém (PA), a presidência brasileira do convescote climático comprometeu-se a elaborar, para a COP 31, um “mapa do caminho” para a “transição para o afastamento dos combustíveis fósseis de forma justa, ordenada e equitativa” e para o “fim e reversão do desmatamento e da degradação florestal até 2030”.

Ao mesmo tempo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou um prazo de 60 dias para a elaboração das diretrizes para o “mapa” da transição energética no país.

Como se sabe, a expressão remete à agenda de substituição acelerada dos combustíveis fósseis até meados do século, com ênfase na ilusória “transição energética”, baseada na proliferação de fontes intermitentes como a solar e a eólica, além de tecnologias ainda distantes da maturação, caso do hidrogênio.

No último dia 15 de abril, a Frente Parlamentar Mista Ambientalista (FPMA) do Congresso Nacional divulgou a sua contribuição para a pauta, com a divulgação do Mapa do Caminho para a Agenda Legislativa Socioambiental, com “orientações para a atuação de deputados, senadores, assessores e corpo técnico nos próximos oito anos” (Agência Brasil, 15/04/2026).

O “mapa” divide a agenda ambiental em seis eixos prioritários: 1)........

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