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Resiliência nas pesquisas traz bons presságios para Flávio Bolsonaro

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18.08.2026

Desde que o ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu seu filho 01 para representá-lo nas eleições presidenciais, em dezembro do ano passado, muita gente boa por aí acreditou que a decisão de privilegiar um nome do clã havia selado por antecipação a derrota da direita no pleito.

Um sentimento de frustração e pessimismo tomou conta de boa parte da oposição ao presidente Lula, em especial da turma da “isentolândia”. Para ela, outras opções que estavam no radar, como o governador paulista, Tarcísio de Freitas, teriam melhores condições de obter apoio das forças de centro-direita, de centro e até de centro-esquerda e de superar o petista, que busca seu quarto mandato, na disputa.

Ao contrário do ex-governador de Minas Romeu Zema, candidato do Novo ao Planalto, que afirmou que votaria até “num copo” para defenestrar o PT, muitos integrantes do grupo preferem contribuir para reeleger Lula, ainda que indiretamente, votando em branco ou nulo e posando de “reserva moral” da nação, do que apoiar Bolsonaro ou um integrante da família nas eleições.

Mesmo entre aliados do ex-presidente, a escolha de Flávio pareceu representar, ao menos num primeiro momento, uma espécie de anticlímax, diante das perspectivas concretas que se apresentavam, de um candidato de direita ou de centro-direita vencer o pleito, em meio a tudo isso que está aí – o escândalo do Banco Master; as fraudes cometidas contra os aposentados do INSS; a escalada autoritária do STF (Supremo Tribunal Federal), em parceria nada discreta com o governo Lula; e os juros estratosféricos que jogam as pessoas e as empresas no vermelho, em decorrência da gastança sem lastro promovida pela atual gestão, entre tantos outros disparates.

Essa desconfiança inicial não se devia apenas ao fato de Flávio ser pouco conhecido no plano nacional e não ter o carisma do pai, cuja........

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