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Gilmar surta com seu indiciamento e governo articula sabotagem em CPI

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15.04.2026

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), surtou publicamente após ser indiciado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado por crimes de responsabilidade ligados ao caso do Banco Master. Chamou o relator da CPI, senador Alessandro Vieira, de “miliciano” e usou a tribuna do STF para atacar e intimidar o parlamentar que acabou de indiciá-lo. O desespero público e a articulação secreta revelam o mesmo objetivo: sabotar a investigação que aperta o cerco sobre ministros do Supremo.

Primeiro, o surto. À Folha de S.Paulo, Gilmar chamou Alessandro Vieira de miliciano: “Causa espécie que o relator tenha se esquecido de indiciar seus colegas de milícia.” Vieira é ex-delegado da Polícia Civil de Sergipe, mas não há qualquer evidência que o ligue a milícias — a acusação foi gratuita. E não ficou por aí: do plenário do Supremo, o ministro continuou atacando o senador durante os julgamentos, usando a tribuna para atacar o parlamentar que havia acabado de indiciá-lo.

Gilmar foi além: “Adoro ser desafiado. Me divirto com isso. Assombração, como dizemos no interior, aparece para quem acredita.........

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