O Diabo veste AD
Entre o “governo que nem tenta”, de terça-feira, o “não estou na política ativa”, de sexta, e o “nunca digas nunca”, de sábado, Pedro Passos Coelho andou a vender à direita que isto de ter dois terços dos votos no Parlamento era bom era se fosse ele o primeiro-ministro. Entretanto, veio a guerra e o balão esvaziou-se, porque, sobre a guerra, Passos pensa o mesmo que o Governo: nada! Mesmo se a guerra — as guerras que Trump inventa e as que alimenta — é cada vez mais o fator determinante na definição das políticas públicas de curto prazo, sem as quais nenhuma imaginada reforma terá sustentação a médio prazo.
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