O que virá do Irão
A morte de Ali Khamenei desperta uma satisfação que ecoa das ruas de Teerão aos círculos da diáspora. Quase quatro décadas de Liderança Suprema deixaram um rasto reconhecível de liberdades esmagadas para dentro e instabilidade exportada para fora. O povo iraniano — exausto de sanções que colapsaram o rial e tornaram a inflação numa espécie de violência quotidiana — manifesta um alívio inconteste. Chegam-nos vídeos de danças espontâneas nas praças, cânticos que evocam o regresso do Xá. A alegria é real. Mas carrega uma dualidade que convém não apressar.
Artigo Exclusivo para subscritores
Subscreva agora por apenas 1,83€/semana!
SubscreverJá é Subscritor?Faça login e continue a ler
Inserir CódigoComprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler
