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A UGT recusou a armadilha de escolher entre o mau e o péssimo

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16.02.2026

O Governo apresentou o pacote laboral partindo de um pressuposto político claro: que a negociação com as centrais sindicais deveria fazer-se exclusivamente sobre a sua proposta e as “traves-mestras” em que assenta. Isso significava que o “meio-termo” estaria algures entre o regime atualmente em vigor e o conjunto de alterações propostas pelo executivo. Ora, como quase todo o pacote laboral do Governo corresponde a uma redução de direitos, esse enquadramento colocava os sindicatos perante uma escolha artificial entre o mau e o péssimo. Negociar, nesses termos, seria apenas discutir a dimensão da perda.


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