Sobre a dor de existir
Belo Horizonte receberá no dia 4 de setembro o psiquiatra, psicanalista, filósofo, escritor, dramaturgo e pesquisador Antonio Quinet, umas das figuras mais influentes na psicanálise contemporânea. Recentemente, assumiu a cadeira que homenageia o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, na Academia de Letras e Artes do Estado do Rio de Janeiro.
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Em seu discurso de posse, destacou a arte, a literatura e a escuta como instrumentos de transformação, estabelecendo uma ponte entre a clínica e a obra drummondiana: “As artes duram. As letras curam. As letras escritas, faladas, encenadas. O que nos impede, se não as pedras no caminho, de sermos o que somos? Poetas, seresteiros, psicanalistas, portadores de sonhos, desejo e utopias”.
Quinet é reconhecido internacionalmente por vários livros traduzidos para o espanhol, inglês, francês e turco, além de diretor da Companhia Inconsciente em Cena, com inúmeras peças encenadas no Brasil e no exterior, como “Freud e Hilda”, apresentada no Museu Freud, em Londres.
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