Alguém em casa?
A tecnologia aliada à necessidade nos levou ao desenvolvimento de novas maneiras de administrar nossos encontros. Na minha infância, para me encontrar com as amigas de rua, bastava bater a campainha ou simplesmente chegar no portão e gritar pelo nome ou apelido. Rapidinho vinha a resposta em forma de outro grito ou da cordial abertura do portão.
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Perambulávamos aos bandos entre uma rua e outra, a maioria à espera do calçamento, apesar do medo materno de que seríamos pegos pelo homem do saco ou de algum tipo de ameaça que justificasse vivermos presos dentro de nossos........
