Crédito caro e endividamento desafiam famílias em 2026
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa básica de juros em 15% ao ano, manteve inalterado o cenário para os brasileiros. Com a manutenção da taxa pela quinta reunião consecutiva representa a manutenção do arrocho para as famílias, que tem de adiar as compras a crédito e para as indústrias, que além da elevação dos custos financeiros, enfrentam o desaquecimento do consumo. A manutenção dos juros em patamar elevado é uma trava para os investimentos, uma vez que superam a taxa de retorno de projetos e empreendimentos. Isso porque juros altos com inflação em baixa eleva as taxas reais e hoje o Brasil tem o segundo mais alto juro real do mundo, atrás apenas da Rússia, que tem taxa real de 9,88%, contra um juro real de 9,23%.
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No comunicado após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), os diretores do Banco Central indicam para a possibilidade de um corte gradual na taxa básica a partir da próxima reunião, em março. É provável – não é certeza – e vai depender dos indicadores macroeconômicos. Enquanto isso, o ano de 2026 começou com um sinal de alerta ligado para a economia........
