Opinião | Gesto de Toffoli no caso Master é para salvar o pescoço, o STF ou ambos?
Sete dias separam duas notas oficiais. A primeira foi do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin. Data de 22 de janeiro. A segunda, de Dias Toffoli, divulgada na quinta-feira, 29. Ambas tratam do mesmo caso: a crise provocada pelas investigações do Banco Master. No meio delas, Fachin falou ao Estadão. Seu tom tradicionalmente catedrático deu lugar ao discurso de quem precisa expor na esfera pública o que uns e outros colegas não querem ver.
Andar de jatinho com advogado de investigado ou ter a mulher contratada pelo Master, seja pelo valor que for, ultrapassa os limites do óbvio e não caberia no código de ética que ainda está por vir.
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