Análise | Para alemão ver: STF recusaria um código de conduta nos moldes que Fachin defende
Do que se sabe até agora sobre o código de ética para o Supremo Tribunal Federal (STF), dois pontos se destacam. O primeiro: não é para agora. O mais provável é que seja aprovado, com alguma sorte, no fim do ano, depois das eleições. O segundo: as regras com potencial de conquistar maioria de votos devem ser mais genéricas do que anseia a opinião pública.
Edson Fachin tem como parâmetro o código de conduta da Corte Constitucional da Alemanha, mas são poucos os tópicos com chance de serem replicados no Supremo. Nos bastidores, a aposta dos ministros é que a versão brasileira contenha itens sobre transparência, imparcialidade e neutralidade. Afinal, quem seria contrário a esses princípios em uma república?
Mas, como........
