Braga não pode habituar-se ao vandalismo
Uma parede não é uma folha em branco à disposição de quem passa. Uma fachada não é um suporte gratuito de propaganda. O património público e a propriedade privada merecem respeito, mas os grafitis que desfiguram Braga mostram como esse princípio é ignorado por quem se julga no direito de deixar a sua marca.
Sejam inscrições políticas, assinaturas ou simples rabiscos, o resultado é o mesmo: superfícies danificadas, ruas visualmente degradadas e despesas impostas a quem não consentiu qualquer intervenção. Quem pinta vai embora. Quem fica enfrenta os danos e suporta o custo da sua remoção.
A gravidade é ainda maior quando está em causa o património........
