Serviço da caridade
1. Na encíclica Deus é Amor Bento XVI lembra que a natureza íntima da Igreja se exprime num tríplice dever: anúncio da Palavra de Deus, celebração dos Sacramentos, serviço da Caridade (n.º 25).
«São deveres que se reclamam mutuamente, não podendo um ser separado dos outros. Para a Igreja, a caridade não é uma espécie de atividade de assistência social que se poderia mesmo deixar a outros, mas pertence à sua natureza, é expressão irrenunciável da sua própria essência».
2. Diz também Bento XVI que «com o passar dos anos e a progressiva difusão da Igreja, a prática da caridade confirmou-se como um dos seus âmbitos essenciais, juntamente com a administração dos Sacramentos e o anúncio da Palavra: praticar o amor para com as viúvas e os órfãos, os presos, os doentes e necessitados de qualquer género pertence tanto à sua essência como o serviço dos Sacramentos e o anúncio do Evangelho. A Igreja não pode descurar o serviço da caridade, tal como não pode negligenciar os Sacramentos nem a Palavra» (n.º 22).
3. Diz-se nos........
