Não se deixe que o respeito ande pelas ruas da amargura
Não se pode partir do princípio que “são todos iguais” os que andam na política. Nem que os partidos “são todos iguais”. Há quem se comporta com responsabilidade, quem dignifica a actividade política, quem tenha vergonha na cara e quem não tenha as qualidades que o povo deseja para o representar. Ter responsabilidade pode significar, simplesmente, pedir para sair. Às vezes, o povo engana-se, depois emenda a mão, outras vezes, deita as mãos à cabeça e não sabe o que há-de fazer. Em qualquer caso, o povo é soberano, e costuma dizer-se que decide bem porque sabe o que faz. Sobre esta última proposição, tenho algumas dúvidas. Mas, o descrente sou eu e nem sequer tenho a certeza se alguém me acompanha, ainda que, felizmente, não seja cego nem surdo.
Queria falar hoje de respeito e deu-me para começar assim. Acho que tem tudo a ver, mas não prometo nada, pois posso enganar-me e ter de cortar. A ver vamos. Para já, o respeito tem a ver com cada um, com cada........
